Arquivo de Junho, 2008

Posted in Uncategorized with tags on Junho 25, 2008 by Pam

Wannabe Jim Morrison (WM) talk with Pamela Courson fake from BC (PF).
WM: Give me a cigarette and I’ll love you!
PF: Oh yeah, baby. I swear! You make me crazy without even trying.
WM: So come on baby, light my fire.

jim&pam

Por isso eu amo a Lygia, haha.

Blue&Yellow

Posted in Uncategorized with tags , on Junho 16, 2008 by Pam

Aos 12 anos, nós nem imaginávamos que uma inocente conversa na sala de aula fosse resultar em uma amizade sincera. Aos 12 anos, nós nem imaginávamos que 6 anos depois, morariamos juntas. Que ajudaríamos, uma à outra, a realizar nossos sonhos. Os anos passaram e, apesar disso, continuávamos sem saber tudo que nos aconteceria. Ainda não sabemos. Tudo chegou ao ponto de quase ser nada. Mas foi necessário, afinal, como diz nossa música: “you never would have thought in the end how amazing it feels just to live again“. Eu temo que você ache que eu não aprendi, que eu seja capaz de fazer tudo novamente. Mas eu já prometi e prometo mais uma vez que tudo o que aconteceu me bastou para perceber que eu estava errada e nunca o farei novamente. Eu sinto que nossa amizade está tão forte quanto era em 2005 e espero que você sinta o mesmo. Sabe, desde que começamos a morar juntas, eu percebi que, se você fosse homem, seríamos um casal perfeito. Já são seis meses de casadas e ainda não demos um tempo, haha. E mesmo passando todo esse tempo com você, quando nos separamos, eu sinto muitas saudades. Às vezes, acabo sendo extremamente egoísta. Já me peguei diversas vezes torcendo para você não passar na UEM para eu não correr o risco de perder a melhor roommate que eu poderia ter. A mais divertida, a mais parecida e diferente de mim ao mesmo tempo. A única que eu posso chamar de melhor amiga. E isso há tantos anos.
Parabéns hoje e sempre. Que você continue sendo a pessoa que é desde os 12 anos e que eu tanto amo.

Roommate. Fiapo de manga. Melhor amiga. Irmã.

As Pessoas de Fernando

Posted in Uncategorized with tags , , , on Junho 10, 2008 by Pam

Fernando foi um sábio, Pessoa, um gênio e nós, meros contemporâneos atrás do que é moderno, à frente da memória...” (Celso Meirelles)

“Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples
Tem só duas datas — a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra cousa todos os dias são meus. “
(Se Depois de eu Morrer)

Nasceu, no dia 13 de junho de 1888, em Lisboa, exatamente às quinze horas e vinte minutos, Fernando António Nogueira Pessoa, filho de Joaquim de Seabra Pessoa, um funcionário público e crítico musical, e Maria Magdalena Pinheiro Nogueira Pessoa.
Em julho de 1893, Joaquim Pessoa faleceu, aos 43 anos, vítima de tuberculose, deixando seu filho Fernando, com apenas 5 anos, sua esposa Maria, e seu outro filho, Jorge, que viria a falecer sem completar um ano. Mudaram-se, então, para uma casa mais modesta. Foi nessa época que surgiu seu primeiro heterônimo, grande característica de Pessoa (entre pseudônimos, heterônimos e semi-heterônimos, contam-se 72 nomes), Chevalier de Pas. Foi também nesse ano que escreveu seu primeiro poema.
Em 1895, sua mãe casou-se pela segunda vez com o cônsul de Portugal em Durban, João Miguel Rosa. Por causa do casamento, mudaram-se para Durban (África do Sul), onde recebeu uma educação britânica, tendo, assim, muito contato com a língua inglesa. Por ter que dividir a atenção da mãe com o padrasto e com os filhos do casamento, Pessoa isolou-se.
No ano de 1899, criou o pseudônimo Alexander Search, no qual enviava cartas a si mesmo usando esse nome. Em 1901, escreveu seus primeiros poemas em inglês. Nesse período, sua irmã Madalena Henriqueta, de apenas dois anos, morre. No mesmo ano, Pessoa foi com sua família a Portugal, em férias. Em Lisboa nasceu o quarto filho do segundo casamento de Maria Magdalena, João Maria. Fernando Pessoa permaneceu em Lisboa enquanto sua mãe, seu padrasto e seus irmãos voltaram a Durban. Regressou à África sozinho. Em 1903, candidatou-se à Universidade do Cabo da Boa Esperança, não obtendo uma boa classicação. Porém, tirou a melhor nota no ensaio de estilo inglês. Recebeu o Prêmio Rainha Vitória por isso.
No ano seguinte, voltou à Durban High School, onde freqüentou o equivalente a um ano universitário. Escreveu poesia e prosa em inglês, e criou os geterônimos Charles Robert Anon e H. M. G. Lecher. Também nesse ano sua irmã Maria Clara nasceu, e Fernando publicou, no Jornal do Liceu, um ensaio crítico.
Regressou definitivamente a Lisboa, sozinho, em 1905. Morou lá com a avó Dionísia e duas tias. Durante um período de férias de um ano, a mãe e o padrasto retornaram a Lisboa. Nesse tempo, Pessoa viveu com eles. Em 1906, matriculou-se no Curso Superior de Letras, em Lisboa, abandonando o curso no ano seguinte.
Com a morte de sua avó Dionísia, em agosto de 1907, Fernando Pessoa recebe uma pequena herança, que utilizou para montar uma tipografia, que rapidamente faliu. No ano seguinte, dedicou-se à tradução de correspondência comercial, profissão na qual trabalhou a vida toda.
Iniciou sua atividade de ensaista e crítico literário no ano de 1912, com a publicação do artigo A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada, na revista Águia. No ano de 1914, surge Alberto Caeiro. Em 1924, surgiu a Revista Atena, comandada por Fernando Pessoa e Ruy Vaz. Dirigiu também a Revista de Comércio e Contabilidade, esta com seu cunhado, no ano de 1926. Em 1927, passa a colaborar com a Revista Presença. Seu único livro publicado, Mensagem, apareceu em 1934.
No dia 29 de novembro de 1935, Pessoa foi internado no Hospital de São Luís dos Franceses, com o diagnóstico de cólica hepática, falecendo, no dia 30 de novembro, aos 47 anos, de suas complicações, possivelmente associada a uma cirrose hepática. Nos seus últimos momentos, pede os óculos e clama pelos seus heterônimos. Sua última frase foi escrita na língua inglesa: “I know not what tomorrow will bring…“.

“O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor

A dor que deveras sente.”

(Autopsicografia)

Uma Banda

Posted in Uncategorized with tags , , on Junho 9, 2008 by Pam

Uma banda que faz com que você sinta orgulho de ser fã. Uma banda que é também tantas outras. Uma banda de nove CDs. Uma banda capaz de fazer um ótimo show tanto para 65.000 pessoas quanto para 500. Capaz de colocar mais pessoas em cima do palco do que na pista. De me acompanhar durante a adolescência. De me ver crescer, mudar, amadurecer e, mesmo assim, ter músicas que me traduzem. Sempre. Uma banda mãe de tantas outras. Três homens responsáveis por parte do que eu sou. Meu orgulho e minha paixão. Meu sonho. Sempre e para sempre.

Uma banda que para mim é A banda.